Mercado imobiliário
19.out.2018
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Vendas de Imóveis em SP sobem 38,4%

Foram comercializadas 2.581 unidades residenciais novas

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Bons números voltam a agitar o mercado imobiliário. Na cidade de São Paulo, no mês de agosto foram comercializados 2.581 imóveis, 67,4% superior ao de julho e 38,4% maior do que o mesmo período de 2017, conforme dados do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP).

No acumulado deste ano, foram vendidas 16.124 unidades, um aumento de 46,7% em comparação ao mesmo período de 2017, quando as vendas totalizaram 10.991 unidades.

Com esse resultado, o mês de agosto registrou a segunda maior quantidade de unidades residenciais novas vendidas do ano. "O mês apresentou também um forte ritmo de vendas, demonstrado pelo indicador VSO de 13,4%, o maior do ano", declarou Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.

Já os lançamentos, por sua vez, somaram 1.410 unidades em agosto, montante 46,4% inferior ao de julho e 10,7% menor do que o registrado em agosto de 2017. No acumulado deste ano, os lançamentos totalizaram 12.107 unidades, 16% acima do registrado no mesmo período do ano anterior, com 10.437 unidades.

De acordo com dados da pesquisa, do total vendido nos oito meses deste ano, 39% foram de imóveis econômicos, com 6.253 unidades. Houve crescimento da participação desse tipo de imóvel comparativamente com o mesmo período do ano passado, que era de apenas 14% (1.593 unidades).

Só no mês de agosto foram ofertadas 3.080 unidades com 18,5% do total disponível da cidade de São Paulo (16.692 unidades) -, 875 unidades vendidas, 411 lançamentos e VSO de 22,1%.

O Programa Minha Casa, Minha Vida, de 1 ou 2 dormitórios foi responsável pelo crescimento das vendas de imóveis econômicos. "Este produto atende principalmente a demanda das famílias que buscam adquirir a primeira casa própria, e que se encaixam nos parâmetros do programa", ressalta Petrucci.

Para o presidente da entidade, Flavio Amary, apesar das incertezas no cenário político, ocasionadas principalmente pelo período eleitoral, os dados do mercado vêm comprovando que existe demanda e que o setor tem muito a produzir para atendê-la. "No médio e no longo prazo, as perspectivas são positivas. Até porque, os presidenciáveis reconhecem a importância da indústria imobiliária como forte indutor da economia e importante gerador de emprego e renda."

Fonte:
ZN Imóvel
O Portal de Imóvel da Zona Norte de São Paulo
www.znimovel.com.br/
Equipe de Jornalismo
Grupo de Portais Imobiliários
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