O bairro que, há alguns anos, era eminentemente povoado por uma população de classe C e/ou mais baixa, começa a ver crescer o número de habitantes de classe B. Muito, claro, pelo próprio crescimento da população que já morava por lá, que foi evoluindo profissionalmente, mas o próprio progresso do bairro, com importantes lançamentos e o surgimento de opções de comércio e serviços, fez com que houvesse o aumento de interesse do mercado e do público.
Mais interessante ver um dado da região. Segundo a Secretaria da Habitação do Município, a Brasilândia é o bairro na zona norte com maior número de pessoas donas do próprio imóvel, perto de 78%, de acordo com dados de 2008. Saliente-se que a média da cidade é de pouco mais de 67%.
A futura estação e as melhorias dos transportes públicos e da infraestrutura local devem fazer com que isso aumente ainda mais. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do bairro é de 0,769, considerado média, mas apenas o 84º da cidade.
Corretores que atuam no bairro dizem que imóveis para venda não costumam ficar muito tempo parados nas imobiliárias, bem como unidades para locação. O mercado, de modo geral, precisa entender que há opções, basta virar o olhar e procurar alternativas. Bem mais baratas e interessantes que outras, como a Brasilândia.